Como o governo está tentando se meter nas suas conversas pelo WhatsApp
Desde que o
economista Joseph Schumpeter cunhou o termo “destruição criativa” para
designar o processo de mercado onde uma nova tecnologia (ou um novo
processo) substitui uma antiga, gerando assim um ganho de eficiência,
analistas costumam se questionar com relativa frequência se as empresas
estão de fato cumprindo seu papel e compreendendo suas funções no
mercado. Após a falência das gravadoras de disco, para se ater a um
exemplo, inúmeros foram os que apontaram o erro como sendo uma
incapacidade de compreensão de seu próprio produto: o “entretenimento”. A
insistência na ideia de que vendiam apenas discos condenou muitas
empresas à falência.
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